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Sábado


Mais um dia de sábado,e sem o meu filho,sem saber onde esta e se esta bem, principalmente porque a mãe trabalha ate as 15 horas.Ela foi sempre assim, percebo isso agora,principalmente por falar com o pai da outra filha dela.
Nunca percebemosquando nos apaixonamos. Se assim fosse,provavelmente não fariamos algumas coisas que depois ficamos tristes,sim porque o meu lema de vida é nunca me arrepender de nada,mas isso hoje em dia começa a ser difícil. De tal forma que as vezes quando ela se tenta desviar das “porcarias” que faz e tenta atirar as culpas para terceiros,os mesmos que se intitulam amigos e amigas e acabam por fazer coisas que não lembra ao diabo,como ir de férias 1 semana com uma amiga e “abandonar” 2 filhos um com 6 meses e outra com 2 anos,ao cargo de pessoa no minimo duvidosa.Ou como faz agora,deixa com pessoas que nem sequer sabem cuidar delas,nemnunca trabalharam na vida,ou pessoas que tiveram problemas com estupefacientes.Fiquei a saber nesta quinta-feira,que mesmo com uma queixa identificando os veiculos e o crime,que os agentes que autuarem os prevaricadores,podem se quiserem não entregar,ou escreverem uma queixa ao tribunal de menores,indicando que a criança ou crianças estão,ou estariam em perigo. E esta hein? Então o que seria necessário para eles efectuarem um auto? A minha questão,nem eles sabiam. Eu sei que, nem todos os sitios são iguais,mas tirando um ou outro agente que fiquei a conhecer da GNR de Fanzeres,pelas regras ou pela inércia dos agentes,pedir para efectuarem uma queixa é o mesmo que arrancar um dente a sangue frio,tão frio como o gelo dos polos.
Mas um dia filho,um dia…estaremos juntos…um dia o balde de areia,iremos utilizar e fazermos castelos de areia,um dia vamos poder ir de férias a onde tu quiseres,e viver a vida…um dia…sozinho não mudo muito,mas hei-de conseguir fazer que alguem olhe,que alguem queira saber de nós pais, que não somos ouvidos….um dia

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Erros


Todos nós cometemos erros, isso é certo, e dai? Bem é que os erros servem no caso, para acumular, é que num processo de regularização paternal, não basta só as palavras e testemunhas, principalmente quando é contra a mãe, é necessário também provas factuais, como me disse uma vez um advogado pertencente à APPACDM, “se vamos para tribunal atirar folhas de papel, toda a gente se desvia, mas se deixarmos acumular, e depois atirarmos com um livro, já é mais complicado, pois já tem um certo peso…”

E agora tem sido todas as quarta-feiras (deve ser praxe), ela querer cometer erros, atrás de erros e vir com ameaças, para além de bulling, ou pressão psicológica, eu tive a sorte de ter conseguido audiência a um ano em tribunal e pré-regulamentar o meu caso, o que faz que alguma da pressão que ela me fazia, na pratica seja anulada, pois existe algo determinado pelo tribunal que a limita nas acções de pressão, como costumava a fazer-me, escondendo-me o filho e limitando todos os contactos com ele, só para me provocar ou chantagear a fazer o que ela queria.

No caso de ontem, não era por a minha ex-companheira ir a um casamento com o “amigo” dela, mas sim por ser o meu fim de semana, por implorar, para passar a véspera de Natal, ou o dia de Natal e me ser recusado, só porque ela queria ficar com a passagem de ano livre afim de ir passear, por lhe pedir com meses de antecedência para ficar com o meu filho nas férias e levar com um não na cara, por pedir para o levar ao medico e dizer-me que uma cabeleireira sabe mais de problemas de pele atópica que um dermatologista.

O meu filho, não é um inconveniente, é uma criança que foi colocada no mundo pelos 2 e que merece todo o amor e carinho, atenção e disponibilidade, não um inconveniente que serve de arma de arremesso, e de moeda de troca para a satisfazer os caprichos dela. O meu filho ontem vinha com cabeça feita contra mim, mas para já vou conseguindo contornar a situação e não dar ênfase a questão e brincar com ele e lentamente, mostrar-lhe o quanto estou do lado dele e gosto dele, para já! E reparo que a cabeça dele fica, a pensar o normal em todas as crianças, porque o meu pai não entra em casa da mãe? Porquê não podemos ir passear todos, ele ontem pediu, para o levar a praia e a mãe, e a irmã e com os avos, claro que a resposta não pode ser não, tem de ser contornada a situação com um talvez, um dia, pois não posso lhe mentir, dizendo algo que depois o possa desiludir, tem sempre de tudo ser bem contornado para não colocar ninguém em cheque, para ele perceber as diferenças de postura.

Ele pede para eu entrar, pois entende que ali é o meu lugar, e não qualquer outro individuo, mas já não é o meu lugar, há muito que me libertei da má influencia da mãe que um dia já morou no meu coração, mas todos cometemos erros, não somos maquinas, somos pessoas com defeitos e virtudes.

Não quero guerras, e não as provoco, mas não sou deus para dar a outra face, tenho de delinear uma fronteira, entre o que pode e o que não pode ser feito, não posso ceder, quando não me cedem nada, só o que convém a outros, a mim também não me convém muita coisa na vida, mas aguento e luto, por um dia… quem sabe um dia…podermos estar juntos filho… um dia…