Através da teoria da “aceitação-rejeição parental” (PARTheory) de Rohner (2004), a aluna ANA MARGARIDA DOS SANTOS PIRES, da FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DE COIMBRA efectou uma dissertação em que o principal objectivo foi analisar a relação entre a aceitação (rejeição) parental percepcionada pela criança e o seu ajustamento psicológico e escolar, com especial referência para o impacto da rejeição paterna percepcionada.

Para lá do suporte parental, e aceitando que no final da infância “outros significativos” começam a ganhar mais significado na vida da criança, tentámos também perceber se existia alguma relação entre o suporte do(a) professor(a), dos colegas (de sala de aula) e dos amigos e o

ajustamento psicológico e rendimento escolar.

Numa amostra de 44 crianças com idades a variar entre os 9 e os 11 anos, obtivemos dados que associam a rejeição parental percepcionada com o desajustamento psicológico e escolar, com um impacto mais significativo para a rejeição paterna percepcionada do que para a rejeição materna.

Podemos acrescentar que não foi só o suporte parental a ser considerado importante pelas crianças nesta faixa etária, mas também o suporte dado pelo(a) professor(a) e pelos amigos. A percepção destes outros significativos

Aceitação-Rejeição Parental Percepcionada

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