Chegamos a 2ª Feira, tive mais um fim de semana com o meu filho, e cada vez custa mais a mim e a ele, nos separarmos, sempre que o vou entregar ao infantário, lá fica a ele a chorar e a berrar que não quer ir à mãe e quer o pai.

Sabemos e tentamos nos abstrair de toda essa confusão e enfrentar as coisas como uma situação passageira e sem qualquer significado, mas não terá??? Não será o coração da criança a falar? Passo desde o dia em que o vou buscar (sexta) até sábado a tarde, a dizer-lhe que esta com o pai,e que está tudo bem e que gosto muito dele, e que ó tem de descontrair, e brincar com o pai,comer e passear comigo.

E que esta tudo bem, passo-lhe o fim de semana a tratar da pele atópica dele, pois ele chega em estado lastimoso à minha beira, ao menos sou reconhecido no infantário, que me indicaram que ele sempre que vem da minha casa, esta recauchutado,e com a pele, quase como um ser humano e sem feridas (amor,cremes e carinho) esta é a minha formula magica.

Não que a exista,mas é a única que tenho, e sei dar. Na quarta, já sei que vou ficar doente novamente,pois ele vai regressar novamente todo em ferida, mas que posso fazer, comentar com a mãe dele? E lá ouço eu novamente que ela é que sabe e não faz nada, ou meu filho tem 3 anos e ainda a questiono quem é o medico dele.

Bem, adiantando, hoje deixo-vos um vídeo de um debate na SIC, exibido em 16 de Abril de 2009, moderado pelo jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, e que trocam ideias, sobre a Paternalidade e as famílias.

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