Como sempre,lá fui eu buscar o meu filho, na quarta, para ir leva-lo a jantar, ritual que se tornou um bom habito com ele. Como tenho que fazer grandes deslocações para conseguir no pequeno espaço de tempo que tenho com ele à quarta-feira, (2 horas,mais ou menos). Obtenho a colaboração dos meus pais que moram perto da casa da mãe dele e do infantário onde ele está.

E ele esta semana, surpreendeu-me imenso, pois além do fantástico sentido de orientação que tem revelado,sabendo muito bem sempre, o caminho para onde vai e qual o destino final (ele tem 3 anos), mostrou-me que o constante a ataque da mãe contra mim, colocando-lhe pressão para que me ignore e o faça alienar a minha pessoa. A minha postura de amor, brincadeira, de lhe querer sempre explicar tudo e de lhe demonstrar as coisas por a mais b, comecem a surtir efeito contra as nefastas influencias da mãe.

Ele como sempre faço as quartas, chegou a casa dos meus pais, tomou banho (e como sempre que esta com a mãe, vem com a pele, como se fosse Cristo), comeu a sopa, e surpreendentemente, pediu para comer massa, ao que atendi o pedido (estilo restaurante, à la carte), e lhe fiz com carne, ao que comeu um prato enorme, ate me meteu medo, a massa que ele comeu com carne.

Depois ainda brincamos e vimos desenhos animados, no youtube do mickey.

Mas o que mais me deixou perplexo, foi ao leva-lo para casa da mãe, ele me vir a pedir para não ir, que queria ir comigo para minha casa, a minha mãe questionou-lhe se não preferia ir para mãe (algo que condenei), ele respondeu que não, a minha mãe perguntou-lhe se não queria ficar nos avós, ao que prontamente respondeu, só se fosse com o Pai.

Fiquei contente, por ele começar a atender o que quer e onde quer estar, mas tentei minimizar o acontecimento, ao chegar a casa da mãe, ele começa a chorar e a pedir para não ir para a mãe, novamente tentei minimizar e dizer-lhe que tínhamos de perguntar à mãe.

Não quis subir as escadas, fez-me pela primeira vez finca pé, para não subir as escadas, ao chegar ao pé da mãe, pedi-lhe para dar um beijo a mãe dele e para se portar bem, ele acedeu a dar-lhe um beijo, e como viu que ia ter de lá ficar, virou-me as costas e foi para dentro de casa deverás chateado por ter que lá ficar, ficou mesmo sentido comigo, nunca o tinha visto a ficar chateado comigo, por não lhe ter feito uma vontade, como nesta quarta, não voltou mais a porta, nem à janela para me dizer adeus, ficou de mal comigo.

Não sei como lhe vou explicar, agora que não tenho a culpa, que são ordens superiores (legais), que me fazem ter de o deixar lá e não o levar comigo, que são vicissitudes da vida, ele ter que lá estar para já,, mas um dia filho, um dia, ficaremos juntos sempre, eu prometo que um dia…um dia…

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