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Pais que desempenham um papel mais activo na vida de seus filhos ficam com um legado mais rico, segundo um grande estudo. Os jovens crescem com os pais se tornarm mais inteligentes e sobem mais alto na escada social do que aqueles cujas mães os criam, pois são deixados para fazer a trazer para cima,sugere, o autor.
Um projeto de 50 anos seguindo 17.000 bebês nascidos na mesma semana descobriram que aqueles cujos pais tomaram um papel mais ativo na leitura e a brincar com eles,vieram a ser mais bem sucedidos na vida mais tarde.
O estudo seguiu com entrevistas posteriores como os sujeitos cresceram para ver se eles tinham os seus próprios filhos e para testar a sua mobilidade social, e examinar se eles tinham feito melhor do que seus pais. Em 2004, mais de 5.700 deles foram entrevistados com 46 anos de idade.
O relatório, de Daniel Nettle do Centro de Comportamento e Evolução da Universidade de Newcastle, encontrou que os pais que passaram um tempo com seus filhos produziram descendentes com um QI mais elevado e maior status social. Embora os pais estavam mais propensos a gastar o tempo com os meninos do que meninas, ambos os sexos beneficiaram igualmente a partir da interação com seus pais. Crianças nascidas de pais mais velhos correm um maior risco de ter autismo, dizem os pesquisadores.
A descoberta informou hoje no British Journal of Psychiatry mostra o risco que aumenta mais de três vezes entre meados dos anos 20 e 30 anos. Cerca de uma em cada 100 crianças é pensado que sejam afetadas e uma das razões pode ser a idade avançada dos pais. Acredita-se que os problemas podem ser erros genéticos insinuando-se a produção de espermatozóides de homens mais velhos. O estudo envolveu 84 crianças japonesas mais velhas e adultos com “funcionamento de alto autismo, o que significava que tinham dificuldades com a socialização, comunicação e comportamento, mas não tinham uma deficiência intelectual.
As idades de seus pais foram comparados com os de 208 adultos que não tinham sido diagnosticados com algum distúrbio psiquiátrico. A análise incidiu sobre os pais, que estavam sob 29, 29-32 e 33 ou mais. O risco de a criança ter autismo de alto funcionamento aumentou 1,8 vezes para cada grau de idade.

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