Domingo é dia de contagem regressiva para ter o meu menino comigo, saber como ele está, saber que andou abandonado todo o fim de semana, entregue ao perigo de cuidados negligentes e pobres, pois a mãe dele trabalha e ainda estava no trabalho até bem a pouco e a tristeza inunda o coração, pelo facto que fica entregue à vida.

Para depois, até poder dar um passeio, mas em perigo, por a mãe não tomar as devidas precauções. Seja com muito ou pouco dinheiro, que como todos nós que temos a “obrigação” de efectuar o pagamento da pensão até dia 08, elas preferem pegar no dinheiro e comprar coisas para elas ou gastar com terceiros que não pensam nas crianças e sim em outras coisas, mais superfluas.

É a vida de pais que estão afastados, não pela vida, mas por um fosso intransponivel que é as “guerras” e em muitos casos a vontades de terceiros, sistema agravado por darem e querem que terceiros dêem opiniões futeis e sem nexo.

Existem muitas mães, que tem uma idade jovial e sabem ser mães terem cuidados e satisfação em trazerem os seus filhos limppos, bem vestidos, bem cuidados, eu tive azar, para além dá impossibilidade de uma conversa e entendimento sadio pelo bem da criança, o cuidado com o menor é nulo, se não inexistente.

Não condeno como no caso da filha dela do anterior relacionamento se estar a tornar numa pessoa revoltada, não só com a mãe, mas com a vida. Poderia dizer que era das companhias com que a mãe se dá, pois tem alguma influencia, mas não só, a falta de amor e cuidados por parrte da mãe, transformam a cabeça das crianças.

Assisti, muitas vezes ao Bulling praticado pela mãe à filha e agora assusta-me o que ela lhes deve fazer, mas infelizmente, só se os serviços sociais fossem morar com ela é que podiam ajudar e tirar as devidas ilações. A mim agora só compete vigiar.

Mas um dia eu e tu filho, vamos poder brincar e viver a nossa vida como deve ser…um dia filho…um dia

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